A matemática é uma área do conhecimento que está intimanente ligada ao desenvolvimento do ser. Já que, apesar de muitas vezes dizermos que não gostamos, ou não sabemos, usamos a matemática todos os dias, sempre.
Na criança o pensamento matemático desenvolve-se muito cedo, desde que a criança toma consciência de si e do outro. Tem -se assim um inicio de soma rudimentar.
No desenvolvimento do ser, a matemática entra na vida relacionando-se com nossas escolhas, pois quando ponderamos uma situação, estamos dando a esta valor quantitativo, medindo assim causas e consequências.
Segundo Andrea Aires Costa: O raciocínio lógico-matemático, por sua vez, não se dá apenas com números ou fazendo referência a quantidades, mas este se organiza através de processos como a classificação, a comparação (levantando semelhanças e diferenças), ordenação, seriação, orientação espacial e temporal, movimentos, etc.
Desde muito pequenas as crianças devem ser estimuladas a resolver “situações-problemas”, como “o que fazer para guardar um brinquedo que está montado e que por isso não está cabendo em sua caixa?”.
Pensando nisso então pode-se perceber o sofrimento que causa quando a criança ou adolescente não consegue desenvolver este raciocínio. Necessitando assim de ajuda pedagógica e psicopedagógica.
Nos casos em que crianças e adolescentes apresentam dificuldades com o aprendizado da matemática, o jogo também se coloca como importante instrumento de intervenção psicopedagógica clínica. O trabalho com a matemática neste âmbito favorece a construção de estratégias e conceitos, por meio de situações vivenciadas a partir de materiais concretos.
Desta forma, o trabalho com jogos na escola e na clínica para o ensino da matemática se coloca como uma das primeiras possibilidades.